E-familynet.com Ticker

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Shantala... :)

Estou aprendendo a maneira correta de fazer massagens no Gustavo, percebi que ele adora quando faço carinho nele (ainda não é massagem, mas ele gosta), então resolvi comprar o kit da natura que vem com dvd ensinando como fazer as massagens direitinho, tenho certeza que ele vai adorar ainda mais!!! :)


A Shantala é uma massagem milenar indiana, sem registro de quando surgiu exatamente em Kerala no Sul da Índia. Foi descoberta quando o médico francês Frédérick Leboyer, de passagem pela Índia, se deparou com a cena de uma mulher num calçada pública massageando seu bebê. Seu nome era Shantala, ela era paraplégica e estava numa associação de caridade em Pilkhana, Calcutá.

O ambiente que Leboyer percorrera até então era completamente hostil, mas a cena da massagem fez com que a beleza e harmonia dos movimentos de Shantala transformasse tudo a sua volta.

Leboyer pediu para fotografá-la e filmá-la. Ela, admirada pelo interesse em uma prática tão simples e corriqueira, aceitou. Durante dias ele acompanhou a massagem de Shantala em seu bebê, captando atentamente cada movimento. Leboyer fez o possível para que as fotografias exprimissem a profundidade e o amor envolvidos.

“Sim, os bebês tem necessidade de leite,

Mas muito mais de serem amados e receberem carinho

Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”
LEBOYER

Em homenagem a essa mãe, o nome da técnica de massagem em bebês chama-se Shantala. Na índia, essa prática não tem um nome específico, pois trata-se de uma atividade que faz parte da rotina de cuidados com o bebê.
Graças à “descoberta” de Leboyer, e ao seu livro: SHANTALA, massagem para bebês: uma arte tradicional, Shantala vem sendo cada vez mais popular em todo o mundo e cresce a cada dia o número de pesquisas científicas que objetivam comprovar seus benefícios.
Mas há um aspecto que transpõe as pesquisas científicas e suas comprovações: A relação Mãe-Filho/Pai-Filho. Foi esse encantamento, a relação, interação e vinculação que encantou Leboyer e que no Ocidente vem a ser uma forma dos pais apronfudarem o vínculo afetivo com seus bebês.

Shantala traduz um momento especial oferecendo a oportunidade dos pais terem um contato mais prolongado com o bebê. O toque carinhoso é a melhor forma dos pais se aproximarem do bebê após um dia de trabalho, transmitindo amor e carinho através das mãos. Esse contato ajudará muito os pais a conhecerem o corpo do seu bebê e como se comunicam, isso é muito importante e ajudará em muito nos dias difíceis da criança (Denise Gurgel, 2009)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A doce missão de SER MÃE! :)

♥•.¸¸.•*♥* GUSTAVO ♥•.¸¸.•*♥* Minha vida, Meu Amor!!! "Achei" essa mensagem hoje e achei linda... Muito emocionante! Não sei se sou eu que ando muito emotiva, mas acabei chorando quando a li.
Esta sendo maravilhoso tudo o que estou vivendo com meu amorzinho, estou aproveitando ao máximo, e não digo isso para querer provocar alguém, ou me fazer, como algumas pessoas pensam. Resolvi criar esse blog para guardar como lembrança todos os momentos vividos por nós (minha família), desabafar quando preciso, colocar coisas que considero legais, compartilhar experiencias, enfim, como o nome mesmo diz: É o cantinho meu e do Gustavo! E se por acaso alguém se sentir ofendido, provocado, ou achar de pouca importância, a solução é simples, basta não ler. Tenha a certeza que não irei ficar chateada!
Então vamos a mensagem:

Nós estávamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma família’. ‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira.



‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’


‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.


‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’


Mas não foi nada disso que eu quis dizer.


Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela.


Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos.


Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.


Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar ‘E se tivesse sido o MEU filho?’


Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar.


Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.


Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote.


Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.


Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.


Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.


Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.


Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina.


Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema.


Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.


Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.


Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma.


Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho.


Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.


Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.


O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.


Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho.


Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.


Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.


Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.


Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.


Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez.


Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer.


O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.


Você jamais se arrependerá’, digo finalmente.


Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.


Este presente abençoado de Deus… que é ser Mãe!!! :)

sábado, 30 de outubro de 2010

Soninho tranquilo!

Essa noite o Gustavo dormiu melhor, acordou só para mamar, choramingou um pouquinho e logo voltou a dormir. Acho que ele estava muito cansado, o dia de ontem foi bem agitado. Estão fazendo reformas na casa da sogra, e como moramos na parte de baixo, o barulho estava horrível, era uma quebração de pisos interminavél. Então resolvimos que iriamos sair pra passear (de novo), coisa que quase não gostamos de fazer...rsrs. Arrumamos ele no carrinho e saímos pela cidade, sem destino certo, só para passear mesmo. Andamos pelas lojas (só olhando mesmo...rs), fomos até o lago, e como o tempo começou a querer mudar pra chuva, resolvimos chegar na casa de uma amiga, e claro aproveitar e tomar um cafezinho. Como cansa andar, a gente fica acostumado a andar só de carro, que qualquer caminhadinha já fica esbaforida, como diz uma amiga minha.rsrs.
Depois do nosso passeio, chegamos em casa correndo tudo, tinha que arrumar as coisas para ir para faculdade, trocar o Gu, comer (mais um pouquinho), arrumar as coisinhas dele na outra sacola maior, que assim caberia meu material tbm, fazer o mamazinho pra levar quentinho, e lá fomos nós de novo. A sacola quase que estourando de tantas coisas que coloquei, a gente sempre fica preocupada se vai fazer falta alguma coisa, então pra garantir coloco tudooo...rsrs.
O Gustavo se comportou direitinho até a hora do intervalo, então resolveu que queria voltar pra casa. Estava cansado de tantos olhares, barulhos e aquele professor lá só falando, falando e falando. Concordei com ele e fomos pra casa.

O soninho dele esta mais tranquilo agora, as cólicas a cada dia vão diminuindo e ele esta se adaptando bem a nossa rotina. Agora acho que o didio terá que mudar a frase dele quando perguntam do Gu, sempre ele falava assim: "Virei a noite com ele", o que não é tão verdadeiro. Para não ser injusta com ele, algumas vezes ele cuidou do Gustavo durante a noite realmente, mas foram poucas vezes de passar a noite inteira acordado. Agora o Gu tem a hora certa pro baínho, sempre na parte da manhã, porque chega 7 horas ele já quer levantar, fica irritado se não levanto, então esperamos o papai tomar tomar café e sair pro trabalho e lá vamos rumo a banheira, parece que toda aquela reininha passa, ele adora a água quentinha, só fica bravo na hora de sair, um pouco é por causa do frio que sente, esses dias de primavera que parecem mais inverno.




sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Que lindo!!! Ta parecido com ...

Cada vez que saímos com o Gustavo, ou recebemos alguma visita, a frase que mais ouvimos é: Que coisinha mais linda!
Alguns dizem que esta ficando parecido com o pai, outros dizem que esta a minha cara, o tio Adelcio diz que está parecido com o tio Leonardo, a vó e o vo dizem que esta parecido com o Jako quando pequeno, a prima Bianca diz que é lindo igual a ela, outros dizem que tem traços meus e do didio misturados, alguns dizem que não tem nada dos pais, pq ele é muito bonito (eu não entendo oq esses querem dizer, será que somos tão feínhos assim...rsrs).
Pra falar a verdade, eu não sei com quem ele esta ficando parecido, só sei que a cada dia está mais lindão e esperto.
Mas de uma coisa tenho certeza, o pézinho dele ele puxou por mim. Eu não gostava muito dos meus dedos do pé, (o segundo dedo é maior que o dedão, alguns dizem que é quando a pessoa é mandona, mas eu nem sou...rsrs), mas agora que o do Gu é igualzinho, estou achando lindo.

E por falar em dedos, semana passada resolvimos que tinhamos que cortar as unhas do Gustavo, ele estava se arranhando muito, e como ele não gosta de usar luvas, detesta ficar com as mãozinhas presas, estava aquele dilema, eu morrendo de medo de cortar a mãozinha dele, de machucar, por que ele se meche muito, não para mais quietinho, o que é um ótimo sinal, que esta desenvolvendo bem, então o super pai que entende de tudo, sabe tudo, super experiente, decidiu que ele iria mostrar como que fazia.
Já devem imaginar o que aconteceu neh! Não adianta, a mãe é a pessoa que melhor sabe cuidar do filho. Coitadinho do Gu, o pai desnaturado acabou cortando o dedinho dele, quando ouvi aquele chorinho sentido, e aquela carinha dizendo: mamãe não deixa o papai fazer isso! Deu vontade de socar o didio.
Ele não sabia o que fazia, se corria de mim, ou tentava consolar o Gustavo...rsrsrs. Deu um monte de beijinhos na mãozinha dele, como se isso fosse diminuir a dorzinha que ele tinha causado, mas acho que o Gustavo desculpou ele, porque 2 segundos depois já estavam lá os dois numa boa, "conversando". :)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ebaaa a calça jeans entrou...huahsuahsua :)

Como é bom voltar a vestir aquela calça jeans que a gente tanto gostava e que alguns dias atrás tentou vestir e nada de entrar. Então dá aquele desespero e a gente pensa, achei que não estava tão gorda. Tem dias que a gente acorda se achando maravilhosa, sente até que emagreceu enquanto dormia, mas no outro parece que nada fica bem, que suas roupas não combinam mais com seu corpo, que precisa comprar roupas novas. Ta aí uma coisa pra deixar qualquer mulher animada, comprar roupas e sapatos, pelo menos comigo é assim, apesar que quando quero sair parece que nunca tenho nada de bom em meu guarda roupas e preciso ir comprar, quanto mais compro menos tenho, eu não entendo isso...hehehehe
Bruna e meu lindo!!! :)

Pois então, hj entrei em minha velha calça querida, saí passear com o Gustavo, e a Bruna, tá certo que pra entrar a Bruna deu uma ajudinha. Muitas mulheres dizem que logo quando ganham bebe o corpo já volta ao normal, que no maximo 1 mes ja estão usando as roupas que usavam antes da gravidez, mas comigo não foi assim não, eu tive que comprar 3 calças com a numeração maior pq percebi que comigo seria diferente, e com lycra ainda pra garantir que entraria, para tentar disfarçar usei bastante leg e ainda uso, ta certo que nunca tive um corpo escultural, com barriguinha sarada, e com certeza nunca vou ter, a natureza não foi tão generosa assim, e os X-bacon, pizzas, lazanhas, insistem em me perseguir, quando vejo lá estão eles em meu prato, é incrivel como os doces tbm me perseguem, principalmente chocolates.

Ontem minha cumadi Cati me disse que eu estava bonita, então eu falei que estava me achando superhipermega gorda (exagerei), então ela falou: mas vc ainda esta de dieta menina! Na hora não me toquei, mas eu não estou mais de dieta, o Gustavo já tem 2 meses 5 dias e 6 horas, isso quer dizer que não posso mais usar a desculpa da tal dieta por estar fora de forma. Mas uma coisa é certa, a gente pode se achar gorda, mas se o marido fala a gente briga, fica emburrada até ele falar que estava só brincando, e vir agradando...hauhsuahaus. Como estava escrevendo, falei com a cumadi cati através da web, no inicio não percebi que ela podia ouvir oq estava acontecendo aqui em casa, ela escrevia e eu respondia digitando, até que fiquei uns minutos sem responder até ela falar, mas só fale que eu te escuto, não precisa digitar.
Então lá fui eu, parecia uma louca conversando com o computador, ela escrevia e eu respondia, o Gu tbm conversava com a dinda, até que minha sogra chegou e eu lá quase morrendo de tanto rir com as nossas conversas, quer dizer, como só eu tinha web, eu não ouvia o que ela falava (nem poderia neh), mas ela digitava e diz ela que tbm respondia em voz alta enquanto escrevia. Minha sogra falou: a conversa ta boa com o Gustavo. Então eu falei que estava conversando com minha amiga e que ela podia ouvir o que eu falava, foi só risadas. Vai que ela pense que realmente eu sou louca, expliquei bem certinho pra não correr o risco dela confirmar suas suspeitas.
Daqui uns dias vai dar pra sentir o cheiro da outra pessoa do outro lado do computador e até tocar( bem que eu já vi algo assim em alguma reportagem, que a outra pessoa podia sentir o toque da outra, ou algo assim), a Cati mesmo chegou a morder o Gu ontem...huahsuahsuah. Então minha sogra saiu e eu fui digitar pra contar o que havia acontecido ( força do hábito), então a Cati disse (digitou) Eu vi e ouvi...hauhsuahsuahsu.

Continuando a falar de roupas, o Gustavo já deixou a maioria das roupinhas dele, os sapatinhos então, teremos que comprar uns modelitos novos pra ele, e proveitar (claro) e comprar uns pra mamãe dele que a coitadinha esta sem nenhuma roupa nova. kkkkkkkk
Semana que vem é o batizado do meu Gu, eu e a outra dinda a Aline vamos escolher a roupinha pra ele. Com certeza vai ficar um gato, quer dizer, ele de qualquer jeito já é um gatinho, lindooo!!! :)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sozinho... Adoro essa música!



MUITO LINDO!!! E com essas imagens, ficou ainda melhor.
Já estou montando um video do meu gatinho para em breve estar postando aqui, ele esta a cada dia esta mais lindo e fofo... Dá vontade de morder, apertar... Simplesmente é meu presente Divino!
Agora vou retornar a fazer meu projeto de estágio, pois acho que o meu professor orientador não vai aceitar essas postagens como parte do projeto...huahsuahsuah. Mas bem que poderia.
Vou aproveitar o soninho do Gustavo e ver se brota algo dessa minha mente fértil...kkkkkk. Afinal, meu tema para estágio é sobre o meio ambiente: sensibilização ambiental e cidadania no contexto da educação básica. Já deveria ter florescido muitas idéias, mas a poluição é tanta, que esta ocorrendo super aquecimento, deslizamentos e extinção dos meus pensamentos...huashusahuas :) 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Primeiras escritas... :)

Eu estava ansiosa para voltar a escrever algo aqui, algumas vezes planejava, esquematizava em minha mente o que, como e quando iria escrever, mas nunca sobrava tempo. A vida de mãe novata não é fácil, as horas voam, e os cuidados com meu anjinho tomam quase todo meu tempo, não que eu esteja reclamando, afinal, tudo o que eu sempre sonhei agora esta real, e estou amando tudo o que estou vivendo.
Conversei com muitas mães veteranas e todas falaram pra eu aproveitar ao máximo essa fase de bebezinho, porque passa muito rápido e depois a gente sente saudades, entre muitos outros conselhos e dicas, então estou seguindo a risca, afinal elas tem a experiencia que eu estou a cada dia construindo.
Não sei se com todas as mães de primeira viagem é assim, parece que a ficha não cai, que a gente fica meia boba, não acreditando que essa nova pessoinha que esta ali é parte da gente, parece não ser verdade, que é um sonho. Como é bom acordar no meio da noite e ver aquele rostinho ali do seu lado, tão lindo, fofo, não tem explicação a sensação que a gente sente.
O Gustavo dorme com nós em nossa cama, no inicio dormia no meu canto, tinhamos encostado a cama na parede e colocado um travesseiro daqueles compridos, porque morria de medo do didio rolar em cima dele, com o passar das noites resolvimos colocar ele na caminha de vime dele e encostar em nossa cama, mas de madrugada dava aquela sensação que ele não estava bem lá sozinho e acabavamos levando ele pra dormir com nós. Hoje somos nós que dormimos com ele, pois agora ele é o dono da cama e deixa nós dormir um em cada lado dele...hehehehe. Ele adora ficar no meio da cama, esticadão e de braços abertos, uma graça.
Eu lembro quando comecei a comprar as coisinhas pro Gu, o didio sempre falava que era muita frescura, que ele nem iria usar tudo o que eu comprava, mas ainda ontem estavamos conversando e ele confessou que eu tinha razão em comprar todas as "bugigangas", como ele chama. Estão sendo de grande utilidades, além de serem lindinhos. Adoro o abajurzinho que minha amiga Bety fez, as cestinhas, porta-fraldas, lixeirinho...
Desde quando eu era pequena sempre gostei de crianças, fazer brincadeiras, faz-de-conta, trocar de roupinhas nos bebes, ficava imaginando como seria quando tivesse um filho, como ele seria, agora eu sei, meu filho é um gatinho lindo, adora trocar de roupas, sair passear, quer dizer, eu acho que ele gosta, ou será que sou eu que gosto de fazer isso com ele...haushauhsuaha. De qualquer maneira é uma alegria a hora do bainho dele, das mamadas, dos passeios, tudo se torna maravilhoso.
Falando em alegria, foi um alívio quando ouvi o chorinho do Gustavo pela primeira vez, eu fiquei esperando e parecia que ele estava demorando muito para chorar, me preocupei, mas quando ouvi e vi o rostinho dele, todas as coisas ruins que estavam passando pela minha cabeça foram embora dando lugar para uma felicidade enorme, lembro que olhei para o relógio que havia na parede para marcar exatamente a hora que minha vida estaria mais repleta de alegria, eram 13:58, pude dar uma alivíada, depois de ter ficado 5 dias no hospital esperando completar as 36 semanas de gestação para poder fazer a cesária. Procurava não ficar pensando besteiras, mas era inevitavel quando percebia estava lá chorando de preocupação, minha pressão subia e as doses de remédios eram aumentadas, era angustiante tanto pra mim quanto pra quem estava comigo. Mas tudo isso já passou, agora é pensar nas muitas alegrias que estão por vir e aproveitar bem essa fase.